Críticas


“Alexandre proves to be an artist worthy of his own following” -
jazztimes.com

“Alexandre se impõe de cara como o mais novo grande talento de uma corrente de violonistas brasileiros (…) virtuoses como Garoto, Baden Powell, Raphael Rabello e Yamandú Costa” -
blogmauroferreira.com

“Há muito não se ouvia um violão tão brasileiro como o de Alexandre Gismonti (…) ele também surpreende como compositor” -
impresso.em.com.br (Jornal O Estado de Minas)

“Um violonista nascido para brilhar” -
Aquiles Rique Reis (músico e vocalista do MPB4)

“Alexandre Gismonti, o herdeiro de uma longa tradição dos violões, chegou lá. Aonde todos nós, amantes de um bom pinho, sonhamos chegar. Salve, Alexandre. Bem-vindo ao Templo dos violões imortais!!!” -
                                      Gilberto Gil (cantor e compositor)



Jornal Brecha – Uruguai – julho 2001 (sobre apresentação em Montevidéu, Uruguai, com Egberto Gismonti e Zeca Assumpção)

"Casi todo el resto de la actuación fue a trío, con el brillante contrabajista Zeca Assumpção y el hijo de Egberto, Alexandre Gismonti, jovencísimo virtuoso de la guitarra. El acercamiento de Alexandre es totalmente distinto al del padre: académico en su técnica, en su postura escénica, en su sonido, en su instrumento, tocando estrictamente lo arreglado. Sus dos momentos solistas fueron ejecuciones de transcripciones por Sérgio Assad de composiciones del padre. Pero las tocó con una autoridad interpretativa asombrosa para sus 20 años.“



Jornal do Brasil – por Tarik de Souza – janeiro 2010 (sobre o seu disco “Baião de Domingo”)

“Estréia solo de Alexandre (filho de Egberto) Gismonti. A frente de seu trio com Mayo Pamplona (contrabaixo) e Felipe Cotta (percussão) ele cultua a nordestinidade e seus artífices, de Dominguinhos (a quem dedica a faixa título de sua lavra) a Gilberto Gil (Arrasta- Pé), além de Lenine (Ritmico e lento). Entram ainda releituras, entre referenciais e virtuosas, de sivuca (Feira de Mangaio), Caymmi (O bem do mar, Saudade da Bahia) e Gonzagão (Asa Branca). Mas o toque incisivo de Alexandre ainda celebra o bisavô (Chora Antônio), a tia, Vilma (Saudades) e pede a benção a Pixinguinha (Ainda me recordo) num percurso sem hesitações de quem já desembarca sabendo.”

Jornal O Globo - por António Carlos Miguel - janeiro 2010 (sobre o lançamento do disco “Baião de Domingo”)

“Autor de seis das 11 faixas de Baião de Domingo (Fina Flor), nos títulos de algumas delas o violonista Alexandre Gismonti fornece pistas de quais os trajetos musicais que percorre com seu trio nesse cativante disco. Os ritmos nordestinos estão presentes tanto na faixa-título e de abertura quanto em  ‘’Arrasta-pé’’  e ‘’Forrozinho’’; enquanto o choro é a base para temas como ‘’Chora António!’’ e  ‘’Saudades’’.
Ao lado de Felipe Cotta (percussão) e Mayo Pamplona (contrabaixo), Gismonti também passeia com inventividade por Dorival Caymmi ( ‘’Saudade da Bahia’’ e o ‘’Bem do mar’’), Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira (‘’Asa Branca’’), Pixinguinha e Benedito Lacerda (‘’Ainda me recordo’’) e Sivuca e Glorinha Gadelha (‘’Feira de Mangaio’’). Esta última um dos destaques, com o solista trazendo para seu instrumento os desenhos melódicos e a pulsação rítmica da sanfona de Sivuca, prova que o violão Brasileiro de Gismonti tem fortes referências no Nordeste. Comparado ao pai, Egberto, o violão de Alexandre tem técnica mais limpa, próxima da escola clássica. Mas sem se prender demais `a academia, elmerece os derramados elogios de Gilberto Gil no encarte.”

Washington Post, EUA – por Mike Joyce – Janeiro de 2011 (sobre o disco “IGN V”)

"International Guitar Night V" is proof that Brian Gore has created yet another exceptional "have guitars, will travel" ensemble. Besides featuring the American-born Gore, the latest cross-cultural edition boasts the six-string artistry of Italy's Pino Forastiere, Brazil's Alexandre Gismonti and England's Clive Carroll.
Recorded last May during a concert in British Columbia, the acoustic ensemble quickly reveals its collective and individual strengths. First comes an intricately woven (and wonderfully evocative) duo arrangement of Villa-Lobos's locomotive excursion "O Trenzinho Do Caipira," followed by intermittent solo performances that range from the familiar (Gore's cover of "Whiter Shade of Pale") to the rhythmically engaging (Carroll's "One").
It's easy to pick out Gismonti, son of legendary Brazilian guitarist Egberto Gismonti, and not just because he's the only one playing a nylon-string guitar. Gismonti's natural affinity for bossa nova is showcased, and with the help of Carroll, he nimbly celebrates Celtic influences on "The Choice Wife." Forastiere, like his colleagues, is a well-rounded virtuoso, but his gift for unfurling a lyrical ballad is particularly evident on "Fase 2."

Site Jazz Times, EUA – por Peter Tannenbaum – abril 2010
(sobre o disco “Saudações”)

“On two solos, dad’s “Palhaço” and his own “Chora Antônio,” Alexandre proves to be an artist worthy of his own following. Both tracks carry a teasing taste of bossa nova, but the sly quote from Rodrigo’s “Concierto de Aranjuez,” in the second half of “Antônio,” also shows that Alexandre, like his father, is firmly rooted in the classics.”




Encarte do CD “Baião de Domingo” – por Gilberto Gil

“No Templo dos violões imortais

Chega a ser uma proeza acreditar no que estamos ouvindo.
Ou se estamos mesmo ouvindo o que estas gravações mediaram para nós: dedos de carne e osso e um violão de pau e cordas numa criação assombrosa de um lado, e nossos ouvidos incrédulos e extasiados, do outro.
Essas gravações colocam ao nosso alcance o milagre da musica despencando do alto de sua morada celeste para nos atingir em cheio, corpo e alma, sem apelação. Alexandre, como um menino mago vai mexendo, desassustado, em tudo que ele encontra nessa morada celestial da música, escolhendo entre os brinquedos os que mais se parecem com os da sua morada terrena: o samba, o baião, o choro, a toada, a velha canção. Tudo que seu pai – primeiro mestre – lhe ensinou a admirar. Como um menino com mãos de mago Alexandre vai derrubando as prateleiras de ritmos e tons e deixando que a vertigem de sua juventude e o estampido de seu poderoso talento vão provocando essa avalanche, isso que afinal escutamos neste disco.
Alexandre Gismonti, o herdeiro de uma longa tradição dos violões, chegou lá. Aonde todos nós, amantes de um bom pinho, sonhamos chegar. Com os seus dois amigos ele toca aqui, nestas gravações, toda ou quase toda música que amamos e pela qual sempre estivemos a esperar. Pela emoção que sinto fico pensando o que não deve sentir meu querido violeiro Egberto!
Salve, Alexandre. Bem-vindo ao Templo dos violões imortais!!!”

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